Mais sobre Peccátu

O Règisseur Ernani Poeta traz à cena um Indivíduo que se encontra acorrentado a crimes cometidos ao longo dos séculos pela crença num ser onipotente, que, ao se deparar com a consciência da realidade da não existência desse ser acima de todas as coisas, percebe que usurparam a sua vida. Seu inconformismo, a rejeição a essa crença, e uma vaga lembrança de um lugar onde seus pensamentos vagavam sem limites, despertam nele o desejo por uma liberdade absoluta. Os atos humanos, os atos carnais, e os instintos e desejos que emergem no homem, agora se libertam.

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